quarta-feira, 4 de novembro de 2009
oi?
p.s.Aii, não te ligo mais sua lésbica fresca!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Suicídio é para poucos...
desculpem o palavriado, mas que vontade de mandar tudo pra porra e fazer uma loucura egoísta. As vezes eu tenho esse tipo de pensamente... mas acho tão mesquinho querer pensar que ninguém vai sofrer a minha falta...
My dear major key,
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
As moscas.
Acho que acaba sendo uma certa ironia que eu me sinta quase que desconcertada ouvindo algum ponto de vista realista/pessimista de alguém que amo. Seja qual for o ponto, me sinto perfurada diretamente, mesmo que não tenha nada a ver comigo.
O fato é que ainda sonho, ainda idealizo, ou pelo menos acho que idealizo, porque no mundo de hoje, se você for um pouquinho mais otimista, é utopia; Mas se for pessimista, é realista. As pessoas confundiram um pouco as coisas ao meu ver...
Enfim, o que eu ia dizer de início é que chega a ser irônico que uma pessoa como eu goste tanto de Machado de Assis, mesmo que ao fim do texto eu tenha chegado à conclusão de que não sou uma verdadeira otimista, porque mesmo que por algum tempo eu consiga sustenta, esse otimismo desaba a qualquer pequeno argumento que sobrevoe minha construção (que não é concreta).
“Não sou de nada”, foi o que pensei.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Aceno ao ônibus//
Ontem eu roí as unhas. Era noite, pleno horário de sono e eu lá: agindo estranhamente até para mim mesma. Eu nunca rôo as unhas, não por nervosismo... e ontem foi, assim como hoje e -aposto- amanhã também será, um dia nervoso. minhas pernas não param quietas e eu me estresso mentalmente por qualquer vento que passe. Acontece que mesmo assim, nos nervos, eu me esforço para ser gentil, ou -no mínimo- normal, e eu me esforço tanto que até isso acaba me irritando.
Odeio esses dias.
difícil se concentrar em qualquer coisa que faça, porque penso em tudo muito rapidamente de forma que até mesmo escrever esse texto se torna tarefa árdua.
concentração, concentração Paola!
E o pior é que não é minha culpa, nem de ninguém mais... sempre acreditei que não existe culpa quando se trata de sentimentos.. você sente e pronto! quem poderia saber se eu não fosse assim como vidro?! como água? sem gosto.Difícil até dormir, porque até os sonhos são loucos, todos se passam em cenários estranhos, tudo muito corrido. Sempre uma pressa.
E voltando no ônibus, com uma cara daquelas de poucos amigos, ouvindo Pete Doherty sussurrar aquele violão dele que tem um quê de sei la... bar, Inglaterra e México. Aí pensei: hoje eu podia morrer, morrer de tédio, de terno, pendurada no teto só não queria ouvir esse teu apelo, tão cantado e chorado, "meu filho eu preciso me alegrar!", mas você continua aí dizendo "loveisloveisloveisloveis", não dava pra mudar...
Nesses dias poucas coisas são capazes de me acalmar realmente, eu costumo ler ou ver um filme... alguma estória que não tenha nada a ver comigo, bem escrita, para que eu me sinta um personagem, uma outra pessoa. Acho até que todos precisem disso de quando em quando.. não sei.
Current music: "Back form the dead" - Peter Doherty
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Campinas.
Embora fora feita mais de sentimentos do que de palavras,
do que mais foi feito o mundo? de mais céu ou mais areia?

